quarta-feira, 28 de novembro de 2007
DÉCIMA SEMANA DE AULAS
NONA SEMANA DE AULAS
6 de Novembro de 2007
9 de Novembro de 2007
7ª Aula Prática
Concluimos com este trabalho qie o Hi5 e o MySpace podem ser utilizados com fins educativos, no entanto, são, geralmente, utilizados com fim de entretenimento e diversão. Devemos agora com a vertente prática do trabalho demonstrar como podem estas duas tecnologias ser utilizadas em contexto educativo.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
QUARTO COMENTÁRIO
Capitulo 4 - Valores
Papert pretende aqui exprimir os valores que devem ser incutidos nas crianças de forma a que estas façam um bom uso das tecnologias. Estas são:
- Importância, para as crianças, do significado daquilo que aprendem;
- Honestidade e o respeito entre os indivíduos de uma família relativamente as suas "capacidades computacionais";
- A importância de se evitar que as crianças vejam o computador como um "critério de sucesso" e ajuda-las a aplicar os seus conhecimentos a favor daqueles que a este não têm acesso (facilitado);
Neste capítulo o autor demonstrou, ainda, a sua preocupação com os perigos que advêm da utilização da Internet pelas crianças. A Internet apesar de ser um meio de comunicação e uma ferramenta de aprendizagem (pois permite o acesso a todo o tipo de conhecimento) é uma fonte de perigos na medida em que as crianças podem aceder a conteúdos que não são indicados e ser contactados por pessoas com intenções menos boas. Existem, no entanto, formas de as proteger, tais como, bloquear determinados sites mas será preferível que os pais tenham atenção e, talvez, um pouco de controlo nas incursões dos filhos pela Internet.
OITAVA SEMANA DE AULAS
30 de Outubro de 2007
2 de Novembro de 2007
6ª Aula Prática
TERCEIRO COMENTÁRIO
A Familia em Rede - Seymour Papert
Capitulo 3 - Aprendizagem
Neste capítulo o autor começa por abordar a forma como os pais são "enganados" na compra de software educativo para os filhos. "Enganados" por si próprios, pela sua ignorância no que toca ao critério de compra que, geralmente, é "alinhar em «modas» - comprar o que os vizinhos referiram - e «prémios»;" (Papert, 1996, p.65) “Enganados" pela falta de informação que é disponibilizada pelos assistentes que vagueiam nas lojas e que sabem tanto ou menos que os pais das crianças; e ainda, “enganados” pela industria de software que “possui um conhecimento excelente sobre o que é mais facilmente vendido aos pais” (Papert, 1996, p.66), ou seja, software educativo de baixos custos.
A partir da sua linha de pensamento construtivista, no que toca à aprendizagem, Papert faz-nos ver os benefícios das "aprendizagens de estilo familiar" (que ocorrem naturalmente na interacção da criança com o meio na sua busca pelo conhecimento tentando satisfazer a sua curiosidade) em relação às "aprendizagens de estilo escolar" (em que o conhecimento é transmitido por um professor de forma tradicional). E assim sugere que já que não há nada como um bom jogo de vídeo para desafiar uma criança que tal dar às crianças, e aos pais, o desafio de construir um jogo que siga aos parâmetros desejados?! Para isso, o autor, dá-nos três formas de o fazer:
- Abordagem instrucionista: criação de um jogo de raciocínio simples que adapte a "aprendizagem de estilo escolar" ao contexto de jogo;
- Abordagem construcionista: criação de um jogo pelos próprios, pais e crianças;
- Abordagem do aprender sobre a aprendizagem: criação de um jogo directamente relacionado com conhecimento escolar.
sábado, 10 de novembro de 2007
SÉTIMA SEMANA DE AULAS
23 de Outubro de 2007
26 de Outubro de 2007
5ª Aula Prática
Ainda nesta aula a professora falou sobre LMS's - Learning Management System's - que são plataformas on-line como a que usamos na disciplina (dokeos) e que podem ser utilizadas no ensino à distancia e no ensino presencial. Este tipo de software não é exclusivamente utilizado em contexto educativo pois pode ser utilizado também por empresas, disponibilizando materiais, no treino de funcionários e selecção de pessoal.
SEGUNDO COMENTÁRIO
A Familia em Rede - Seymour Papert
Capitulo 2 - Tecnologia
Neste capítulo Papert distingue dois tipos de discurso relativamente à evolução das tecnologias: o “ciberutópico” - em que os indivíduos consideram que a revolução digital promove uma vida melhor - e o “cibercrítico” - é o discurso daqueles que acham pequeno o contributo das tecnologias e que “muitos estão pior com a utilização da tecnologia do que sem ela” (Papert, 1996, p.41).
Eu, pessoalmente, considero que a tecnologia enquanto "auxiliar" educativo, (pensando no método de ensino) pode proporcionar as ditas melhorias defendidas pelos ciberutópicos e ainda ajudar e/ou incentivar as crianças numa busca autónoma de conhecimento, no entanto esse campo não está, segundo o autor, muito desenvolvido e nem estará se o sistema educativo não evolui assim como a tecnologia evolui, adaptando os programas ao desenvolvimento das tecnologias em contexto escolar. Os responsáveis pelas políticas educativas devem deixar de ser, assim como o autor os designa, “ciberavestruzes” que ficam contentes com as potencialidades da tecnologia na educação mas que não as compreendem.
O autor distingue, ainda, literacia tecnológica de fluência tecnológica.
A literacia tecnológica pressupõe que um individuo tenha um determinado número de conhecimentos acerca da tecnologia; esta faz parte da aprendizagem e dos currículos, enquanto que a fluência tecnológica pressupõe o conhecimento tecnológico por via da utilização, ou seja, através da experiência, enfim, da aprendizagem.
domingo, 4 de novembro de 2007
SEXTA SEMANA DE AULAS
16 de Outubro de 2007
E-Learning
19 de Outubro de 2007
4ª Aula Prática
Durante a pesquisa sobre hi5 e myspace e software social encontrei um artigo da revista online Sísifo, a revista de Ciências de Educação, publicada pela Unidade de I&D de Ciências de Educação da Universidade de Lisboa, escrito por José Rodriguéz Illera e que se chama "Como as comunidades virtuais de prática e de aprendizagem podem transformar a nossa concepção de educação". Este artigo fala sobre comunidades virtuais e quais as suas consequências, potênciais e problemas para a pedagogia. O link é http://sisifo.fpce.ul.pt/?r=11&p=117 e espero que gostem. Ainda nas buscas para o trabalho de grupo, desta vez no youtube, encontrei este video sobre redes sociais. Está em inglês mas acho que se percebe bem...
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
QUINTA SEMANA DE AULAS
9 de Outubro de 2007
As Novas Tecnologias e a Inovação das Práticas Pedagógicas
12 de Outubro de 2007
3ª Aula Prática
Nesta aula continuamos a pesquisar sobre hi5 e o myspace para fazermos o trabalho de grupo. Encontramos algumas coisas interessantes, no entanto estamos a ter alguma dificuldade em encontrar fins educativos para estes sites.sábado, 27 de outubro de 2007
PRIMEIRO COMENTÁRIO
A Familia em Rede - Seymour Papert
Capitulo 1 - Gerações
Neste primeiro capitulo o autor fala na facilidade que as crianças demonstram no manuseamento tecnologias e nas dificuldades dos adultos. Papert refere o carácter dependente que as tecnologias tendem a ter nas crianças e o facto de os pais, apesar de gostarem de ver os filhos manusear e aprender, ficarem constrangidos com a sua própria ignorância no assunto. Os pais não pensam, no entanto, em usar estas aptidões dos filhos em beneficio próprio pois estes podem ajuda-los a conhecer as tecnologias e a aprender como elas funcionam.
Seymour Papert analisa a relação das crianças com as tecnologias numa perspectiva construtivista, ou seja, de uma forma em que as próprias crianças exploram, aprendem e constroem o seu próprio saber e designa esta de "aprendizagem de estilo familiar".
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
TERCEIRA SEMANA DE AULAS
25 de Setembro de 2007
28 de Setembro de 2007
2ª Aula Prática
Por motivo das actividades realizadas no âmbito da semana do caloiro não compareci às aulas de Tecnologias Educativas II.
SEGUNDA SEMANA DE AULAS
18 de Setembro de 2007
Tecnologia Educativa
A Tecnologia Educativa tem a ver com os processos de criação, aperfeiçoamento e apreciação da aprendizagem. Podem distinguir-se:
- Tecnologias Educativas — a aplicação da tecnologia a qualquer situação de contexto educacional;
- Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) — conjugação da tecnologia informática com a tecnologia das telecomunicações; esta pode ser utilizada para apoiar os alunos nas suas aprendizagens.
Literacia informática — diz respeito aos conhecimentos de cada um relativamente ao funcionamento das tecnologias.
Educação Tecnológica — diz respeito ao manuseamento das tecnologias.
21 de Setembro de 2007
1ª Aula Prática
Nesta aula escolhemos o tema e formamos os grupos de trabalho. O tema do meu grupo é Hi5 e My Space. Este trabalho pressupõe que pesquisemos sobre os temas escolhidos e, principalmente, que compreendamos como estes contribuem para a educação. Registámo-nos no campus online; e no del.icio.us pois é, onde mais tarde iremos colocar os resultados da nossa pesquisa.
Para quem não sabe o que é ou como se funciona com o del.icio.us aqui está um video que explica.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
PRIMEIRA SEMANA DE AULAS
11 de Setembro de 2007
1ª Aula
Olá a todos! Estou de volta para mais um semestre com as Tecnologias educativas.
Esta primeira aula serviu para nos introduzir os conteúdos que vão ser abordados na disciplina e os trabalhos que temos que realizar até ao final do semestre:
- O blog — à semelhança do semestre passado o blog tem o objectivo de reflectirmos sobre as aprendizagens e os trabalhos realizados, no entanto, este ano serve também de espaço para comentar o livro de leitura integral e indispensável A Família em Rede de Seymour Papert;
- Um trabalho de grupo — que consiste na pesquisa sobre um tema sobre o qual teremos que abordar o como, quando e porque surgiu, conhecermos como funciona e ainda qual o seu contributo para a educação;
- Um trabalho individual — reflexão critica há cerca do das aulas, dos trabalhos, enfim, do semestre desta disciplina.
Foram, ainda nesta aula, definidos os turnos para as aulas práticas.
